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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Primeira Carta de Clemente aos Corintios - Sintese

Link da carta completa: http://www.veritatis.com.br/patristica/165-obras/1411-primeira-carta-de-sao-clemente-aos-corintios





Sendo uma carta longa, está dividida em quatro partes.

Na primeira parte, Clemente lembra à Igreja suas qualidades eclesiásticas passadas, culminando em sua santidade como povo de Deus. Paradoxalmente, explica sobre as consequências da discórdias que eles tão bem conheciam.

Na segunda parte, está presente diversas considerações para restabelecer a paz e a união entre os irmãos: obediência, fé, piedade, hospitalidade e humildade são os assuntos abordados, nos quais deveriam se espelhar em Cristo. No entanto, nesta mesma parte a inveja é combatida, o escritos os ensina a como baní-la do meio deles.

A submissão à hierarquia da Igreja é assunto da terceira parte, tendo a metáfora do corpo de Cristo uma evidência que mostrava que cada um é inferior a outra pessoa e que, nesta submissão, persiste a unidade. Os presbíteros são descritos como homens, cujo respeito devem obter da comunidade dos cristãos em Corinto, e que os mesmos são ensinadores da doutrina bíblica.

A conclusão é estabelecida através dos últimos conselhos de Clemente, e seu desejo de ver a Igreja em Corinto, uma igreja piedosa, pacifica e cheia de paz.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Sintese da Carta a Diogneto





link da carta: http://www.veritatis.com.br/patristica/obras/1406-carta-a-diogneto


A carta inicia-se com a alegria do escritor ante o desejo de Diogneto de conhecer sobre os cristãos e a divindade a quem eles cultuam: um culto diferente dos gregos e da religião judaica.
Logo após, o escritor disserta sobre a substâncias dos deuses adorados por eles: ferro, ouro, prata, barro – substâncias comuns e preciosas que são, ao longo do tempo, destrutíveis, e que exigem certo cuidado dos adoradores no manuseio e guarda dessas imagens de acordo com o material feito. Além do conteúdo que é feito os deuses, o autor informa a insignificância dos materiais, logo, os deuses também seriam insignificantes, cegos, inanimados. Devido ser apenas uma obra humana, os cristãos não os adoram.
No capítulo terceiro, paradoxalmente ao culto pagão, é refutado o culto judaico: mesmo os judeus sendo monoteístas, o escritor os compara aos pagãos no ato do sacrifício. Ele acredita que Deus não precisa de sacrifícios, e o homem torna-se tolo se assim o fizer, seja ao Deus verdadeiro, seja aos deuses pagãos.
Os cristãos também rejeitam o ritualismo judaico, tais como a guarda do sábado, a circuncisão, jejum como obrigação, tendo em vista que assim como Deus não aceita sacrifícios de animais tampouco aceita sacrifícios que os homens fazem em si mesmo, por exemplo mutilação.
Na próxima sessão, o escritor inicia falando da vida cristã: o quanto os cristãos são seres humanos e, mesmo assim, são diferentes. Mesmo exercendo sua cidadania terrena, enaltece e preserva a cidadania celestial. Vive o lado humano, sem tirar o pensamento dos céus, com isso ele compara o cristão no mundo como a alma no corpo, e seu ponto alta nessa comparação é quando diz que assim como a alma sustenta o corpo que a contém, o cristão estão presos no mundo, mais são eles que sustentam o mundo.
A base do comportamento cristão, está no envio do seu Salvador à terra: o próprio Deus – Criador dos céus e da terra, veio a este mundo mostra a verdade e os salvar da perdição. Sua missão seria conciliar o homem com Deus através do amor, sem contudo deixar de expressar o julgamento que todo homem passará. Esta verdade, incrustada nos cristãos, os fizeram perseverar na fé, até o ponto de não negarem o Senhor mesmo diante do martírio.
Conclui sua carta enaltecendo a natureza divina e seu favor pelos homens, mostrando que todo o homem tem no amor divino, uma nova vida, uma vida imitando Deus.