Material que servirá de estudo para o tópico I.1 (No Antigo Testamento).
Lição 1 - E deu dons aos homens.
Segue, na integra, significado da palavra dádiva no Dicionário Bíblico Wycliffe:
DOM. Diversas palavras com o significado básico de “dádiva” vêm da raiz hebraica nathan significando “dar”. Elas são usadas com relação a dotes (Gm 24.53; 34.12); a parte de uma herança (Gn 25.6; 2 Cr 21.3); uma oferta religiosa sacrificial (Nm 18.11); um incentivo para obter o favor de outra pessoa (Pv. 18.16; 21.14) e um suborno (Pv 15.27; Ec 7.7). A assistência pecuniária (Et 2.18) e um presente dado em sinal de respeito (2 Sm 19.42) são derivados da raiz hebraica nasa, que quer dizer “angariar” É traduzida como “imposto” e “oferta” em 2 Crônicas 24.6,9. Em 2 Samuel 11.8 é traduzida como “iguaria” ou “presente”. A palavra hebraica minha é usada quando se trata de uma oblação (2 Sm 8.2,6; 1 Cr 18.2,6), shohad sempre quer dizer um suborno, um presente com o objetivo de escapar de uma punição (Êx 23.8; Dt 10.17).
As palavras gregas no Novo Testamento se estão relacionas ao verbo didomi, dosi pode ser usado com um sentido ativo de “dar” (Fp 4.15) ou com o sentido passivo de “dádiva” (Tg 1.17); doron é usada especificamente para “presente”, “dádiva” ou “oferta” (Mt 2.11), embora nem sempre necessariamente voluntário; dorea denota um presente (Rm 3.24).
O presente supremo de Deus para a humanidade é o Seu Filho (2 Cr 9.15; Jo 3.16). O Espírito Santo é o presente prometido do Pai, enviado pelo Filho, que deve ser recebido com uma fé ativa pelos cristãos fiéis (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7; At 1.4,5; 2.33,38,39; Gl 3.14). Os dons espirituais manifestam-se por meio do Espírito (1 Cr 12.1-11).
FONTE: PFEIFFER, C. et al. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Dons Espirituais e Ministeriais - 2º Trimestre 2014 - EBD
Curriculo do Comentarista
Conheça o currículo do comentarista da Lição da EBD, 2º
Trimestre 2014.
Pastor Elinaldo
Renovato de Lima.
Formação Acadêmica: Graduado
em Economia e Mestre em Administração pela UFRN.
Formação
Profissional: Atuou como Secretário de Administração e Secretário de
Planejamento em Natal-RN. Lecionou algumas disciplinas na UFRN.
Formação Teológica: Mestre
em Ciências da Religião pela FAETEL. Professor na ESTEADEB-RN. Já lecionou
Teologia nos EUA.
Vida Eclesiástica: Pastor
desde 1993, sendo que em 1999 tornou-se Pastor Presidente em Parnamirim-RN. Seu
ministério concentrou-se no Rio Grande do Norte, participou como membro em
alguns conselhos da CGADB.
FONTE: http://www.adparnamirim.com.br/?page_id=66
segunda-feira, 1 de julho de 2013
A cidade de Filipos
Atualmente
é um monte de ruínas. A famosa Via Inácia cruzava a cidade, dividindo-a
em alta e baixa. A Via Inácia foi famosa por que nelas passaram famosos
exércitos romanos, rumo a expansão da Republica e, logo após, do
Império.
Filipos
estava numa posição estratégica: a cadeia montanhosa dos Balcãs, entre
Oriente e Ociendente, formava uma garganta, como entrada natural que
facilita a comunicação entre os dois continentes.
Filipe
da Macedônia e, posteriormente, o Imperador Augusto (Otaviano),
observaram a posição geográfica da cidade de Filipos, e aumentaram a
importância da cidade.
O
nome Filipos deriva do seu fundador - Filipe da Macedônia, filho de
Alexandre Magno. Na época de Filipe, ele fez da cidade uma fortificação
(base) militar. De lá, os exercitos romanos eram enviados para diversas
partes da Tracia e outras regiões.
O
imperador Augusto (Otaviano) a consagrou como colônia romana: uma
posição muito digna para a cidade, onde até o seu solo, seria sagrada
como o de Roma, sua linguagem, suas moedas, seus negócios, eram todos
feitos em latim, tal qual na capital do Imperio. A principal vantagem
era a isenção de impostos, de flagelação e o poder de apelas para Cesar,
tendo em vista que os filipenses eram cidadãos romanos.
Fonte: BOYD, Frank M. - Comentário Biblico: Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. São Paulo: CPAD, 1996
domingo, 30 de junho de 2013
Filipenses — a humildade de Cristo como exemplo para a Igreja
FILIPENSES
A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja
Iniciaremos
o 3º trimestre de 2013 com um foco diferente da lição anterior. Nesta
estudamos sobre assuntos referente a família e assuntos pertinentes a
Teologia Prática, enquanto que nesta estudaremos uma das cartas escritas
pelo apóstolo Paulo, num estilo sistemática, digno da Teologia Bíblica.
O
professor deve iniciar esta revista pela capa, mostrando a figura que
ilustra a nossa revista de jovens e adultos: uma pessoa derramando água
sobre os pés de outra pessoa. A priori, esta imagem nos remete ao evento
do lava-pés (Jo 13.5), onde Jesus se fez como escravo, deixando uma
lição de humildade e submissão aos seus discípulos. Observando melhor a
imagem, verificamos a modernidade da imagem ao mostrar o receptor da
lavagem de calça jeans. O professor poderá mostrar que tudo o que
estudaremos nesta revista pode ser recepcionada nos dias hodiernos.
Após
a imagem da capa, o professor verificará com os alunos o sumário da
revista. E de forma que desperte a curiosidade dos alunos, mostrará os
assuntos que serão lecionados durante o trimestre.
Tenha
como objetivo maior, fazer com que os seus alunos (e o proprio
professor) possam ler totalmente o livro de Filipenses. Use e abuse
deste livro nas suas ministrações, aproveite as várias versões biblicas
na sua sala para trabalhar o texto biblico.
Por
fim, deixe com que seus alunos possam ter a oportunidade de interagir
na sala de aula, deixe com eles contem suas experiências deles com este
livro: missiologia, teologia, hermeneutica, homilética, aconselhamento -
tudo isso será extraido da tua sala de aula.
Um bom trimestre e que Deus seja contigo.
Seminarista Wanderson Costa.
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