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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

A pessoa do Espírito Santo

 


    


O Antigo Testamento manifestou claramente o Pai e, mais obscuramente, o Filho. O Novo Testamento deu a conhecer abertamente o Filho e, obscuramente, indicou a divindade do Espírito Santo, Hoje, o Espírito Santo habita entre nós e se dá mais claramente a conhecer. Porque teria sido inseguro pregar abertamente o Filho antes de ser reconhecida a divindade do Pai, ou antes de ser reconhecida a divindade do Filho, impor-se, por assim dizer, a do Espírito Santo. Gregório de Nazianzo (329-389).

sexta-feira, 4 de abril de 2014

E deu dons aos homens - Primeira Parte

Material que servirá de estudo para o tópico I.1 (No Antigo Testamento).
Lição 1 - E deu dons aos homens.

Segue, na integra, significado da palavra dádiva no Dicionário Bíblico Wycliffe:

DOM. Diversas palavras com o significado básico de “dádiva” vêm da raiz hebraica nathan significando “dar”. Elas são usadas com relação a dotes (Gm 24.53; 34.12); a parte de uma herança (Gn 25.6; 2 Cr 21.3); uma oferta religiosa sacrificial (Nm 18.11); um incentivo para obter o favor de outra pessoa (Pv. 18.16; 21.14) e um suborno (Pv 15.27; Ec 7.7). A assistência pecuniária (Et 2.18) e um presente dado em sinal de respeito (2 Sm 19.42) são derivados da raiz hebraica nasa, que quer dizer “angariar” É traduzida como “imposto” e “oferta” em 2 Crônicas 24.6,9. Em 2 Samuel 11.8 é traduzida como “iguaria” ou “presente”. A palavra hebraica minha é usada quando se trata de uma oblação (2 Sm 8.2,6; 1 Cr 18.2,6), shohad sempre quer dizer um suborno, um presente com o objetivo de escapar de uma punição (Êx 23.8; Dt 10.17).
As palavras gregas no Novo Testamento se estão relacionas ao verbo didomi, dosi pode ser usado com um sentido ativo de “dar” (Fp 4.15) ou com o sentido passivo de “dádiva” (Tg 1.17); doron é usada especificamente para “presente”, “dádiva” ou “oferta” (Mt 2.11), embora nem sempre necessariamente voluntário; dorea denota um presente (Rm 3.24).
O presente supremo de Deus para a humanidade é o Seu Filho (2 Cr 9.15; Jo 3.16). O Espírito Santo é o presente prometido do Pai, enviado pelo Filho, que deve ser recebido com uma fé ativa pelos cristãos fiéis (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7; At 1.4,5; 2.33,38,39; Gl 3.14). Os dons espirituais manifestam-se por meio do Espírito (1 Cr 12.1-11).

FONTE: PFEIFFER, C. et al. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Dons Espirituais e Ministeriais - 2º Trimestre 2014 - EBD

Curriculo do Comentarista



Conheça o currículo do comentarista da Lição da EBD, 2º Trimestre 2014.
Pastor Elinaldo Renovato de Lima.
Formação Acadêmica: Graduado em Economia e Mestre em Administração pela UFRN.
Formação Profissional: Atuou como Secretário de Administração e Secretário de Planejamento em Natal-RN. Lecionou algumas disciplinas na UFRN.
Formação Teológica: Mestre em Ciências da Religião pela FAETEL. Professor na ESTEADEB-RN. Já lecionou Teologia nos EUA.
Vida Eclesiástica: Pastor desde 1993, sendo que em 1999 tornou-se Pastor Presidente em Parnamirim-RN. Seu ministério concentrou-se no Rio Grande do Norte, participou como membro em alguns conselhos da CGADB.

FONTE:  http://www.adparnamirim.com.br/?page_id=66

terça-feira, 15 de outubro de 2013

TRABALHO E PROSPERIDADE I - subsídio para a 3ª Lição EBD.



O trabalho é mostrado, biblicamente, desde o Jardim no Éden, quando Adão tinha a incumbência de cuidar do Paraíso: vigiando, lavrando. (Gn 2.15). Após essa passagem, o Antigo Testamento mostra o Divino fazendo prosperar os seus servos através do trabalho: Trabalho e Prosperidade estão intimamente ligados.
Ao examinarmos o texto de Dt 8.18, descobrimos duas palavras: força (hb koach) e poder (hb. Chayil). Enquanto aquela significa vigor, força humana, referindo-se ao esforço humano como resultado do seu trabalho, esta se traduz por eficiência, fartura e riqueza. Gonçalves (2013) corrobora dizendo se tratar das duas faces de uma mesma moeda: prosperidade e trabalho.
O livro de Provérbios, bem como a literatura sapiencial, configura o preguiçoso longe dos parâmetros divinos Em Provérbios encontramos o homem mais sábio e um dos mais ricos do Oriente condenando a Preguiça (Pv 21.25). O trabalho não é fruto do pecado, antes por ele, o Homem é dignificado e torna-se próspero.  Tomemos, pois, o conselho de Salomão: ‘Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio (Pv 6.6).

GONÇALVES, José. Sábios conselhos para um viver vitorioso. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A cidade de Filipos


Atualmente é um monte de ruínas. A famosa Via Inácia cruzava a cidade, dividindo-a em alta e baixa. A Via Inácia foi famosa por que nelas passaram famosos exércitos romanos, rumo a expansão da Republica e, logo após, do Império.

Filipos estava numa posição estratégica: a cadeia montanhosa dos Balcãs, entre Oriente e Ociendente, formava uma garganta, como entrada natural que facilita a comunicação entre os dois continentes.

Filipe da Macedônia e, posteriormente, o Imperador Augusto  (Otaviano), observaram a posição geográfica da cidade de Filipos, e aumentaram a importância da cidade.

O nome Filipos deriva do seu fundador - Filipe da Macedônia, filho de Alexandre Magno. Na época de Filipe, ele fez da cidade uma fortificação (base) militar. De lá, os exercitos romanos eram enviados para diversas partes da Tracia e outras regiões.

O imperador Augusto (Otaviano) a consagrou como colônia romana: uma posição muito digna para a cidade, onde até o seu solo, seria sagrada como o de Roma, sua linguagem, suas moedas, seus negócios, eram todos feitos em latim, tal qual na capital do Imperio.  A principal vantagem era a isenção de impostos, de flagelação e o poder de apelas para Cesar, tendo em vista que os filipenses eram cidadãos romanos.

Fonte: BOYD, Frank M. - Comentário Biblico: Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. São Paulo: CPAD, 1996

domingo, 30 de junho de 2013

Filipenses — a humildade de Cristo como exemplo para a Igreja

FILIPENSES
A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja






Iniciaremos o 3º trimestre de 2013 com um foco diferente da lição anterior. Nesta estudamos sobre assuntos referente a família e assuntos pertinentes a Teologia Prática, enquanto que nesta estudaremos uma das cartas escritas pelo apóstolo Paulo, num estilo sistemática, digno da Teologia Bíblica.

O professor deve iniciar esta revista pela capa, mostrando a figura que ilustra a nossa revista de jovens e adultos: uma pessoa derramando água sobre os pés de outra pessoa. A priori, esta imagem nos remete ao evento do lava-pés (Jo 13.5), onde Jesus se fez como escravo, deixando uma lição de humildade e submissão aos seus discípulos. Observando melhor a imagem, verificamos a modernidade da imagem ao mostrar o receptor da lavagem de calça jeans. O professor poderá mostrar que tudo o que estudaremos nesta revista pode ser recepcionada nos dias hodiernos.

Após a imagem da capa, o professor verificará com os alunos o sumário da revista. E de forma que desperte a curiosidade dos alunos, mostrará os assuntos que serão lecionados durante o trimestre.

Tenha como objetivo maior, fazer com que os seus alunos (e o proprio professor) possam ler totalmente o livro de Filipenses. Use e abuse deste livro nas suas ministrações, aproveite as várias versões biblicas na sua sala para trabalhar o texto biblico.

Por fim, deixe com que seus alunos possam ter a oportunidade de interagir na sala de aula, deixe com eles contem suas experiências deles com este livro: missiologia, teologia, hermeneutica, homilética, aconselhamento -  tudo isso será extraido da tua sala de aula.

Um bom trimestre e que Deus seja contigo.

Seminarista Wanderson Costa.